terça-feira, 5 de janeiro de 2021

"DESIGREJADO - UM TERMO MAL EMPREGADO"



Temática: "DESIGREJADO - UM TERMO MAL EMPREGADO" 


I. O QUE NÃO SIGNIFICA SER UM DESIGREJADO?


1 Co 12:13 "Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito."


Por mais que muitos esboçem resistência em aceitar, fato é que Igreja são pessoas no coletivo que mesmo distantes estão conectadas entre si pelo Espírito Santo formando um só corpo o de Cristo.


Ef 2:17-22 "E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus; Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; No qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor. No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito."


1 Co 16:19 "As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no Senhor Aqüila e Priscila, com a igreja que está em sua casa."


Cl 4:15 "Saudai aos irmãos que estão em Laodicéia, e a Ninfas e a igreja QUE ESTÁ em sua casa."


Fm 1:2 "E à nossa amada Áfia, e a Arquipo, nosso camarada, e à igreja QUE ESTÁ em tua casa:"


A igreja se reúne onde quiser, casa, praça, monte. E não precisa ser necessariamente um local que costumou-se a se chamar de igreja!


1 Co 11:18 "Porque, antes de tudo, ouço que quando vos ajuntais na igreja há entre vós dissensões; e em parte o creio."


1 Co 11:22 "Não tendes porventura casas onde comer e beber? Ou desprezais a igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo."


Igreja são pessoas que exercem a mesma fé e que se reúnem ou congregam em qualquer lugar visando edificação mútua entre si, e dentre vários lugares que isso pode ser feito um deles é as ditas denominações!


Igreja é a reunião ou concentração de pessoas que professam a mesma fé, que se reúnem em qualquer lugar que seja, com o propósito de edificar-se mutuamente, bem como ter comunhão de mesa no partir do pão, partilhar do cálice, e render glória Aquele que é digno de toda honra e glória!


1 Co 1:2 "à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para serem santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso:"


Ef 4:11-12 "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;"


1 Co 12:12-30 "Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo? E se a orelha disser: Porque não sou olho não sou do corpo; não será por isso do corpo? Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato? Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo. E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários; E os que reputamos serem menos honrosos no corpo, a esses honramos muito mais; e aos que em nós são menos decorosos damos muito mais honra. Porque os que em nós são mais nobres não têm necessidade disso, mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela; Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular. E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores, depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos doutores? são todos operadores de milagres? Têm todos o dom de curar? falam todos diversas línguas? interpretam todos?"


1 Co 14:4-5,12,19,23,28,35: "O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja. E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação. … Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja. … Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida. … Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem em línguas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão porventura que estais loucos? … Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus. … E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja."


At 12:1,5 "E POR aquele mesmo tempo o rei Herodes estendeu as mãos sobre alguns da igreja, para os maltratar; … Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus."


At 14:23,27 "E, havendo-lhes, por comum consentimento, eleito anciãos em cada igreja, orando com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido. … E, quando chegaram e reuniram a igreja, relataram quão grandes coisas Deus fizera por eles, e como abrira aos gentios a porta da fé."


A igreja é a noiva de Cristo e não vai ser com um prédio em si que Cristo irá se casar, não será um prédio de paredes mortas que vai ser arrebatado, e sim um gigantesco organismo vivo formado por pessoas crentes em Deus e no Messias dentre todas as nações que ligadas pelo Espírito Santo de Deus configuram a Igreja organismo vivo corpo de Cristo aqui na terra!


Ef 5:23-27,29-30,32 "Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. … Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos ... Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja."


Cl 1:18 "E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência."


Cristo não é cabeça de um prédio morto em si mesmo!


1 Tm 3:5 "(Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?);"


Paulo não fala de um cuidado por uma igreja prédio sem vida em si, e sim de uma igreja organismo vivo, a saber, o corpo de Cristo!


1 Tm 3:15 "para que, no caso de eu tardar, saibas como se deve proceder na casa de Deus, a qual é a igreja do Deus vivo, coluna e esteio da verdade."


1 Tm 5:16 "Se alguma mulher crente tem viúvas, socorra-as, e não se sobrecarregue a igreja, para que esta possa socorrer as que são verdadeiramente viúvas."


3 Jo 1:9,10 "Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de ter entre eles a primazia, não nos recebe. Pelo que, se eu aí for, trarei à memoria as obras que ele faz, proferindo contra nós palavras maliciosas; e, não contente com isto, ele não somente deixa de receber os irmãos, mas aos que os querem receber ele proíbe de o fazerem e ainda os exclui da igreja."


Não CONFUNDAMOS denominação com igreja!


DENOMINAÇÃO é um prédio sem vida em si mesmo!

IGREJA são pessoas ligadas entre si pelo Espírito Santo de Deus!


DESIGREJADO não é alguém que simplesmente, e por si só, ou tão somente, deixou de congregar em uma denominação; DESIGREJADO não é alguém que decidiu servir a Deus e a Cristo obedecendo ao evangelho com confiança em Cristo e na graça de Deus fora das quatro paredes de uma denominação!


II. O QUE REALMENTE SIGNIFICA SER UM DESIGREJADO?


DESIGREJADO significa ser alguém que não pertence ao corpo de Cristo por não ter o Espírito Santo de Deus em si, logo um desigrejado é alguém que não é de Cristo por não ter em si o Espírito de Cristo que é o Espírito Santo de Deus que estava em Cristo e que foi enviado por Cristo, da parte de Deus o Pai; e isso se aplica a quem também está dentro das quatro paredes de uma denominação.


DESIGREJADO nada mais é que uma pedra morta, desligada do edifício espiritual chamado Igreja organismo vivo - o corpo místico de Cristo, que por sua vez, é composto por pessoas dentre todos os povos e línguas ligadas entre si bem como ao cabeça que é Cristo, por intermédio do Espírito Santo de Deus, com o qual e no qual se é batizado, a fim de ser inserido na Igreja corpo de Cristo!


AGORA, verdade seja dita, ainda que com pesar no coração, Hoje não é diferente dos dias de Jeremias no capítulo 7 de seu livro; hoje muitas pessoas vivem enfurnadas dentro de uma denominação mas vivem de qualquer maneira fora delas, e acham que basta participar de uma liturgia religiosa que estará salva, segura, e protegida, e então poderá sair e continuar nas mesmas práticas, vivendo assim uma falsa religiosidade hipócrita!


Rm 8:9 "Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele."


Não é contra um prédio de tijolos sem vida em si mesmo que as portas do Hades não prevalecerão, e sim contra o organismo vivo Igreja Corpo de Cristo!


Mt 16:18 "Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;"


Paredes em si não tem orelhas para ouvir!


Mt 18:17 "E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano."


Paulo não perseguia igreja prédio de tijolos, e sim igreja organismo vivo que é o corpo de Cristo na terra!


At 8:3 "E Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão."


Paulo perseguia e assolava um prédio com paredes mortas, ou, grupos de pessoas crentes?


Gl 1:13 "Porque já ouvistes qual foi antigamente a minha conduta no judaísmo, como sobremaneira perseguia A IGREJA DE DEUS E A ASSOLAVA."


1 Co 15:9 "Pois eu sou o menor dos apóstolos, que nem sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a igreja de Deus."


Fp 3:6 "Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível."


CONCLUSÃO:


1 Pe 2:5 "Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo."


Hb 3:6 "Mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim."


DEFINITIVAMENTE NÃO SOU contra o hábito em si de congregar em uma denominação; apenas quis por meio deste, esclarecer o que realmente significa ser um dito DESIGREJADO!


Pr. Thiago Sanchez

domingo, 3 de janeiro de 2021

"A REVELAÇÃO POR DE TRÁS DO ETH, V'ETH"



"A REVELAÇÃO POR DE TRÁS DO ETH, V'ETH"


Gn 1:1 "No princípio criou Deus ETH os céus V'ETH a terra."


ETH - את = Alef e Tav em hebraico, ou se fosse em grego, Alfa e Omega, isto é, a primeira e última letra do alfabeto de um alfabeto)


O que este ETH - את representa profeticamente?


Ap 1:4-8 "João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça a vós e paz da parte daquele que é, que era e que há de vir, da parte dos sete espíritos que estão diante do seu trono, e da parte de Jesus Cristo, o primogênito dos mortos e o Príncipe dos reis da terra, que é a fiel testemunha. Àquele que nos ama e nos libertou dos nossos pecados pelo seu sangue, e nos constituiu reino e sacerdotes para Deus, seu Pai; a ele sejam glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém. Ele vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram, e todas as tribos da terra se lamentarão por causa dele. Sim. Amém. Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-poderoso."


IDENTIFICANDO E DIFERENCIANDO OS PERSONAGENS NESTES QUATRO VERSOS:


JOÃO - "João, às sete igrejas que estão na Ásia ..."


DEUS O PAI - "Graça a vós e paz da parte daquele que é, que era e que há de vir, ... Ele vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram, e todas as tribos da terra se lamentarão por causa dele. Sim. Amém. Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-poderoso."


PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO DE DEUS - "...da parte dos sete espíritos que estão diante do seu trono ..."


JESUS O CRISTO FILHO DE DEUS - "e da parte de Jesus Cristo, o primogênito dos mortos e o Príncipe dos reis da terra, que é a fiel testemunha. Àquele que nos ama e nos libertou dos nossos pecados pelo seu sangue,"


Ou seja, ETH - את representa profeticamente Deus o Pai que é o Alef e o Tav, ou, o Alfa e o Ômega.


De modo que:


Ainda que o Messias sendo a divina Palavra estava com Deus e era Deus/Divino, conforme lemos no evangelho de João 1:1


"Em princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus.


Todavia o Deus que é o ETH Criador dos céus e o V'ETH Criador da terra, é na verdade uma referência específica a Deus o Pai, conforme nos esclarece o livro do apocalipse!


De modo que, foi por meio do divino Messias pré encarnado, chamado verbo ou Palavra de Deus, que o Deus ETH, V'ETH criou os céus e a terra, como lemos em João 1:3 e Hebreus 1:2 e provérbios 8:22-31 sendo personificado pela Sabedoria Divina gerada


"Todas as coisas foram feitas POR INTERMÉDIO dele, e, sem ele, nada do que foi feito existiria."


"nestes últimos dias, porém, ele nos falou pelo Filho, a quem designou herdeiro de todas as coisas e POR MEIO de quem também fez o universo."


"O Senhor me possuiu no princípio de seus caminhos, desde então, e antes de suas obras. Desde a eternidade fui ungida, desde o princípio, antes do começo da terra. Quando ainda não havia abismos, fui gerada, quando ainda não havia fontes carregadas de águas. Antes que os montes se houvessem assentado, antes dos outeiros, eu fui gerada. Ainda ele não tinha feito a terra, nem os campos, nem o princípio do pó do mundo. Quando ele preparava os céus, aí estava eu, quando traçava o horizonte sobre a face do abismo; Quando firmava as nuvens acima, quando fortificava as fontes do abismo, Quando fixava ao mar o seu termo, para que as águas não traspassassem o seu mando, quando compunha os fundamentos da terra. Então eu estava com ele, e era seu arquiteto; era cada dia as suas delícias, alegrando-me perante ele em todo o tempo; Regozijando-me no seu mundo habitável e enchendo-me de prazer com os filhos dos homens."


Bem como, foi por meio do Messias verbo encarnado, que o Deus ETH, V'ET operou no mundo, se entregando e sendo transpassado na cruz, conforme Jesus em João 14:9-11 e Paulo em 2 Coríntios 5:19 ensinaram.


"Jesus lhe respondeu: Filipe, há tanto tempo estou convosco e ainda não me conheces? Quem vê a mim, vê o Pai. Como podes dizer: Mostra-nos o Pai? Tu não crês que estou no Pai e que ele está em mim? As palavras que vos digo, não as digo por mim mesmo. Mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras. Crede em mim; eu estou no Pai e ele está em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras."


"Pois Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo, não levando em conta as transgressões dos homens; e nos encarregou da mensagem da reconciliação."


E por fim, o Deus ETH, V'ETH, há de vir por meio do Messias em um futuro próximo, para cumprimento da profecia!


Zc 12:10 "Mas derramarei sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem transpassaram; e prantearão sobre ele, como quem pranteia pelo seu único filho; e estarão em amargura por ele, como aquele que está em amargura pelo seu primogênito."


CONCLUSÃO:


O Filho não é o ETH, ou Alef e Tav, ou Alfa e Ômega, porque quando ele diz ser o primeiro e o último, no grego consta: πρωτος εσχατως, isto é, protos eschatos, e não: α Ω, isto é, Alfa e Ômega. Apocalipse 2:8


O Alfa e Ômega que vem, em Apocalipse 22:7,12,13, é claramente a voz do Pai; apocalipse 1 confirma isso!


Toda vez que lermos: aquele que é, que era, e que há de vir, é uma referência ao Pai!


Toda vez que lermos: Alfa e Ômega, é uma referência ao Pai!


O capítulo 1 confirma isto.

"OS 7 DIAS DA CRIAÇÃO E SUA CONEXÃO COM OS 7 MILÊNIOS"



"OS 7 DIAS DA CRIAÇÃO E SUA CONEXÃO COM OS 7 MILÊNIOS"


PRIMEIRO DIA - primeiro milênio; o homem em obediência ao Criador é luz, pois reflete, comunica a essência (imagem e semelhança) do Criador, portanto o "Haja Luz" representa a criação do homem em perfeição, e mais tarde no intuito de fazer separação entre esta luz e as trevas das concupiscências dos olhos, da carne e soberba da vida é que Deus dá instruções, a primeira se referindo ao conhecimento do bem e do mal que se buscado por motivação errada, ego, soberba e orgulho traz apenas as trevas, ao ponto da luz que envolvia o homem e inibia a percepção de nudez se dissipar e o homem se esconder de seu Criador por vergonha. No momento da queda Deus já faz a promessa de redenção onde o descendente da mulher (Luz) pisaria a cabeça da descendência da serpente (Trevas), Caim representando a descendência da serpente é advertido por Deus para dominar o seu desejo que já às portas para ser executado, novamente a instrução de Deus serve como luz para dissipar as trevas, mas concretizando assim o pecado a descendência da mulher representado por Abel é morta e Caim sai da presença do Senhor indo para Node ao oriente do Éden, ou seja, as trevas se apartam da luz mais uma vez. Nos tempo de Enos filho de Set (representantes da luz, descendência da mulher) o nome do Senhor volta a ser invocado, e logo aparecem os ditos Benei Elohyim (trevas) que forçam as mulheres (luz) e as corrompem, dando origem aos homens de renome da antiguidade os ditos "nefelim" os "caídos moralmente" e as trevas começam dominar a terra de tal maneira que não há outra alternativa senão um recomeço, mas sendo Deus justo, os representantes da luz como Matusalém, Enoque, e o próprio Noé são levantados para pregarem por um período de tempo trazendo a instrução divina (luz) para admoestar e convencer os ímpios de seus maus caminhos, como podemos verificar na epístola de Judas. Concluímos portanto a nossa abordagem correlacionando o primeiro dia da criação com o primeiro milênio do homem, período que compreende a vida de Adão, onde nasceram nove gerações, ou seja de Adão até Lamek pai de Noé, período que demonstra a luz sendo criada na figura do homem a imagem e semelhança do Criador que, por meio da Palavra (que é a verdadeira Luz), gera a distinção entre luz e trevas, onde o homem é sempre alertado e instruído de como manter a luz da intimidade, fidelidade e obediência ao Criador para que não sucumba às trevas de seus próprios desejos, paixões e instintos que o levará a concretização de seus intentos dando forma ao pecado que o condena a se apartar da luz do Criador. E é neste contexto de sucumbir aos desejos e se tornar escravo do pecado que ligamos tal período de forma alegórica ao cerne da festa de Pêssach, pois lembramos assim do contexto que levou ao Egito o povo de Israel, que era família daquele que tudo podia governar no reino, estando apenas abaixo do que se assenta no trono, a saber, José; José assim como Adão recebe total autoridade para dominar, e por um período tudo em suas mãos prospera, mas com o tempo, o orgulho, soberba e inveja dos filhos das trevas tomam forma e a situação de autoridade e domínio se altera e a humanidade na figura de Adão assim como os filhos de Israel se tornam escravos e tudo parece perdido vem a promessa de redenção seja pela Arca, seja por Moisés o libertador, e assim do domínio à escravidão e da escravidão à redenção, é que traçamos os paralelos do primeiro dia da criação, com o primeiro milênio da humanidade, e, a primeira festa do Senhor.


SEGUNDO DIA - segundo milênio, onde Noé e seus filhos são figura central em meio ao contexto da condição do homem caído, longe de Deus, que se tornou em densas trevas; Deus com peso no coração decide destruir a sua criação pela maldade do homem e para isso se utiliza das águas que outrora o domo em sua expansão deixou nas partes superiores, e também as águas das fontes das profundezas; Vemos então os elementos do segundo dia da criação totalmente envolvidos neste período do homem, mas o que temos que notar é que após isso houve uma segunda queda, e também por ingestão de um fruto das vinhas de Noé, gerando assim o episódio das bençãos e maldições aos filhos e neto de Noé, e é esta separação que define este período; ou seja, os filhos abençoados Sem e Jafé se tornando as águas superiores que pela ação do Espírito são elevados tanto em ter como em  proclamar a um Deus único, como também por terem legislações baseadas na instrução divina dada no Éden e passada pela descendência da mulher (luz) e como orvalho pelas suas ações, moral e espiritualidade trazem frescor e vida a lugares desérticos, enquanto os descendentes de Canaã se tornam as águas inferiores que arrasam e destroem as conexões com o verdadeiro Criador colocando a idolatria, a lascívia, prostituição e servidão como padrões de carácter e tanto que tais povos mais tarde foram alvos de mandato de destruição do próprio Deus conforme vemos em Deuteronômio 20:16-18; Assim podemos ver que efetivamente houve uma separação de seres elevados e os ditos vasos de desonra, e tal ciclo de separação continua, pois após o estabelecimento dos filhos de Noé para cada direção das ilhas das nações conforme Gn. 10, também podemos vislumbrar o aparecimento de Nimrod, um ser que a exemplo dos "Nefelins" começou a ser poderoso sobre a terra, e novamente as trevas tomam forma e Nimrod começa a sub-julgar o homem, o fazendo ir contra as instruções de Deus, que ordenou multiplicar, se espalhar para povoar a terra, mas o poderoso caçador diante de Senhor manifesta a ideia de se ajuntarem para construírem uma cidade elevada, espécie de palácio-torre para que se vindo novo dilúvio eles não perecessem, além de arrogantemente tentarem chegar ao domo e assim fazerem seus nomes célebres, aqui é a gênese da Babilônia, a Grande Cidade a Mãe da Abominações da Terra, de onde provem "O Sistema" escravizador, que sub-julga sorrateiramente os indivíduos, formando uma teia do cotidiano urbano, o espírito da cidade, onde o tempo escorre pelos dedos pois todos estão reféns de seus afazeres laborais ou consumistas, sem tempo para apreciar a criação e portanto esquecendo pouco a pouco da existência de Um Criador; Notemos que Deus intervêm de forma direta nos acontecimentos, promovendo mais uma separação entre os homens, os dispersando por todo a superfície da terra, logo após este acontecimento vem mais uma separação, o chamado de Abrão que consistia de forma parafraseada em: "se separe de sua parentela e expandindo o seu caminho vá até a terra que lhe será dita"; Partindo da criptografia que fala que águas são povos, nações e línguas (Ap. 17:15), e no segundo dia fala da separação de águas e águas, percebemos aqui portanto, desde o que já falamos, da separação de Noé e os seus filhos do resto da humanidade, que pereceu, as bençãos e maldições sobres estes filhos que separam duas linhagens, a línguas confundidas que separam os homens por toda a terra, agora temos o chamado de Abrão que definitivamente separa águas e águas, ou seja, nações e nação de Israel, as águas inferiores das águas superiores. A festa que condiz com o que vimos é a festa dos pães sem fermento, ou ázimos, que tem intrínseco primeiramente a aflição, tanto que a matsáh é chamada de pão da aflição em (Dt. 16:3) e dentro da ordem de quinze passos na cerimônia de páscoa (Sêder de Pêssach), onde se recorda o sentimento de apreensão e pressa ao sair do Egito, onde não houve tempo para a fermentação do pão, pois logo se deu à última praga da mortandade dos primogênitos e a corrida até se chegar ante ao Mar, percurso que demorou sete dias, os israelitas somente dispunham deste pão não fermentado. O sentimento dos homens neste segundo milênio de história, se equipara ao dos Israelitas em fuga do Egito, pois a aflição representado no pão não fermentado, indica constante e total dependência para os próximos passos, Noé deve ter ficado aflito ao se fechar a arca e começar a chuva, confiando no Senhor para os próximos passos, assim também deve ter ocorrido com os filhos de Noé ao se espalharem e povoarem a superfície da terra. Vemos aqui outro aspecto da celebração da festa dos Pães sem fermento, que é o aspecto de separação, Noé ouviu a instrução, creu e isso foi imputado por justiça, e uma vez que o homem se achega à Deus e tem a salvação lhe oferecida por meio da graça, o processo é se separar, tirar o fermento, o orgulho, a malícia e a maldade, tanto que Noé por mais de um século enquanto construía a arca, alertava ao mundo sobre a eminência do juízo divino e a necessidade de separar do mal caminho. Do mesmo modo, Abraão se separou de sua cidade natal, se separou de sua parentela, e por fim em aflição pelo longo caminho de sua jornada foi deixando todo o fermento do orgulho humano pelo caminho, até mesmo o filho concebido por orgulho e falta de confiança na promessa ficou para traz, e por fé até mesmo o filho da promessa, ele não teve por orgulho negar ao Senhor que dele o solicitara.


TERCEIRO DIA - terceiro milênio e a festa das primícias = o terceiro milênio do homem sobre a terra, onde Abraão e sua descendência são o foco, comparados à terra cercados por águas das nações (Ap. 17:15), ou seja, Israel povo que tem a promessa e se estabelece na “Terra” prometida, tem orientações para se separar das demais nações em volta (águas), se tornando uma ilha de onde deveria fluir o conhecimento e temor do Senhor, tanto pelo exemplo dos patriarcas que eram amigos de de Deus, como pela observância correta da Santa e Bendita Torah orientação instrução divina de Deus pelos filhos de Israel. E assim se Israel ouvisse e guardasse a santa Torah de Deus sem se misturar aos povos que o cercavam conforme orientação de Deus em Ex. 34:10-17 e Dt. 7:1-9, se manteria na terra sob as bençãos do Senhor, portanto uma porção seca, separada e consagrada ao Senhor no meio das águas de nações, línguas e povos. Mas, dentro deste milênio que começa por volta do chamado de Deus à Abraão, se tem a conquista desta terra prometida, prova esta que estabeleceria Israel definitivamente como um povo único, com valores destintos, um verdadeiro protótipo de reino, estabelecido pela Boa Nova da Palavra de Deus, e não apenas uma junção de pessoas de uma mesma ancestralidade, e assim, bem ajustados e sob estandartes e em marcha, conquistou-se a terra prometida das nações que lá habitavam, nações estas que como erva foram varridas pela ordem da Palavra do Senhor. Pedro em determinada comparação, citando Isaías 40, liga os não regenerados pela Palavra como erva que seca. Notamos portanto que assim que Deus estabelece um povo e outorga a este povo uma norma de conduta; os demais povos, se não se achegarem ao primeiro e ouvirem e obedecerem a esta norma, mesmo que floresçam e deem sementes, ou seja, ainda que multipliquem e cresçam e povoem o mundo todo, eles um dia secarão como a erva, e a glória de suas obras antagônicas à vontade de Deus, como flores cairão ao chão. No entanto Israel é tido como que jardins a beira dos rios, como árvores de sândalo plantadas pelo Senhor, na profecia proferida por Balaão  na famosa canção “Ma Tovú” (Quão Formosas) em Números 24:5-9. Temos vários textos que determinam esta diferenciação, de um povo com leis estabelecidas por Deus e dos demais que renegam tal orientação divina; o primeiro sendo comparado a árvores junto a fontes, e o segundo a ervas secas que serão levadas pelos ventos. Mas antes desta vinculação de um povo que possui uma lei, instrução divina, para as arvores frutíferas obedecerem, houve o chamado de um homem que seria o pai deste povo e é em Abraão que vemos a promessa de Deus de frutificação. E assim como ocorreu com Abraão que recebeu a bênção de possuir a terra e ser frutífero ao ponto de ter a descendência comparada ao número de estrelas nos céus, assim também foi com Isaque, conforme Gênesis 26, e se repetiu com Jacó em Gênesis 28, e continuou em José que recebeu a benção de seu pai Jacó em Gênesis 49:22. O filho de José, a saber, Efraim já nasce recebendo um nome com associação à frutificação, em Gênesis 41:52. E este também recebe de Jacó seu avô uma bênção especial, de primogênito, mesmo sendo o segundo filho, de ser a plenitude dos gentios (מלא־הגוים) “melo-hagoyim” ou multidões de povos. E assim Israel frutificou, e se tornou um reino poderoso por todo o terceiro milênio da criação chegando ao Ápice moral no reinado daquele que era segundo o coração de Deus, Rei David, e no ápice de sabedoria e expansão territorial com o Rei Salomão, e neste último reinado é que os reis da terra se admiravam com a grandeza de Israel e suas leis bem como a aplicabilidade destas leis pelo Rei Salomão. Enquanto isso, no resto do mundo os reinos que se seguiam um após outro ficavam mais hábeis na crueldade de suas guerras, na dominações humilhantes e depravadas dos inimigos, nos dispêndios exorbitantes em obras suntuosas, resquícios do ideal babilônico de se fazer o nome dos homens célebres em construções que infligisse isso aos demais povos, e assim constatamos as flores das ervas que em glória se manifestam mas ao fim serão secas e ao chão terminarão, e tal pensamento e atitude se multiplica tal qual as ervas cada uma dando a sua semente conforme a sua espécie, e Israel de mesmo modo, neste período frutificando, dando sementes conforme sua espécie e como bem sabemos sempre existiram e existem até hoje as árvores que dão bons frutos e as que dão frutos maus e esta associação é feita por Jesus de maneira incisiva em Mateus 7:15-20. Vemos claramente nestas associações que a frutificação é intimamente ligada à índole do indivíduo em se relacionar com Deus por meio das instruções, ensinamentos e direcionamentos que a Santa Torah instrução orientação de Deus internalizada em nós por meio do Espírito do Senhor pode nos proporcionar. Este frutos acima listados, eram constantes e bem cultivados no período entre Abraão e Salomão, seja na vivência íntima com Deus cujos patriarcas gozavam, seja na vivência dos mandamentos nos 40 anos de deserto sob liderança de Moisés, e que prosseguiu na liderança de Josué, ou até mesmo nos altos e baixo do povo no período dos juízes, até culminar na implementação da dita habitação do Senhor na terra no reinado de Salomão, em todo este terceiro milênio da criação vimos a frutificação dos bons frutos em Israel, como também os dos maus frutos em Israel mas principalmente na relva do resto do mundo.


QUARTO DIA - quarto milênio, período que podemos ter como iniciando com a divisão do Reino de Israel após a morte do rei Salomão até a morte e ressurreição de Jesus. Alguns elementos deste quarto dia já foram de alguma forma caracterizados quando falado do primeiro dia da criação, onde luz e trevas e sua separação são associados ao homem em obediência à Instrução de Deus, refletindo a imagem e semelhança do Criador em plena luz, (sendo a descendência da mulher, ás águas de cima, a terra de onde nascem árvores frondosas que produzem muitos frutos), e o homem em desobediência sendo escravizado por suas concupiscências, desejos e paixões se afastando da luz da instrução e vontade de Deus e se tornando trevas, (descendência da serpente, águas de baixo, águas das nações, relva e erva que seca e é levada pelo vento). Mas tais elementos ganham mais significância com os eventos deste quarto milênio, e verificando dentro do contexto bíblico encontramos uma passagem de Apocalipse onde o sol a lua e as estrelas são retratadas em associação a uma figura feminina. Como vimos anteriormente na análise do terceiro dia, Israel é a terra e os árvores frutíferas sendo os patriarcas os primeiro frutos ou seja as primícias da colheita à Deus, neste mesmo sentido temos aqui a ligação com Shavuot/Pentecostes que começa com a apresentação das primícias que agora neste quarto milênio de análise são as estrelas do quarto dia, indicando não mais os patriarcas mas sim os que se levantam em meio as trevas para orientar o povo, sendo portanto a figura dos profetas que em meio aos reis corrompidos eram a única fonte de luz orientadora, com raras exceções no reino do sul como alguns reis, como Ezequias e etc.... daí voltamos a apresentação da oferta na festa da semanas onde a farinha era untada, ou seja, recebia o azeite, que é intrinsecamente ligada a capacitação do Espírito Santo, que é o assunto central em ambos os eventos de Shavuot/Pentecostes relatados de forma particular nas escrituras, que seriam o Shavuot no Sinai quando o povo recebe a orientação e capacitação do alto por meio do recebimento da Torah, e o Shavuot/Pentecostes de Atos 2, onde os discípulos num total de 120 perseveraram e no cenáculo foram untados, recebendo a capacitação do alto, no batismo, imersão no Espírito Santo, para um propósito a iluminação através do Evangelho até aos confins da terra.


QUINTO DIA - quinto milênio, abrange desde a ascensão de Jesus e o recebimento do batismo em o Espírito Santo até a idade média aproximadamente no ano 1000 D.E.C. onde os descendentes de Efraim, ou seja, a casa perdida de Israel com suas 10 tribos, que foram espalhadas após o cativeiro Assírio em 722 A.E.C. agora multiplicadas por todas as nações como peixes no meio da terra, começam a ser pescados pelos apóstolos.  A quinta festa se encaixa na missão da "igreja" no quinto milênio que é o de proclamar com voz de trombeta o evangelho por todos os mares para que se possa alcançar e pescar o maior número de peixes (homens) possível, e trazê-los a um período de arrependimento, que na tradição judaica é chamado Yamim Norain (Dias Temíveis) que começam em Yom Teruáh no 1º dia do 7º mês e se estende até Yom Kipur (Dia da Expiação) no 10º dia do 7º mês, período este de introspecção, sincera aflição da alma, para correção de conduta, restituição das falhas para que no dia da Expiação o nome possa não ser riscado mas sim confirmado no livro da vida.


SEXTO DIA - sexto milênio, o nosso milênio, o último antes da redenção; seus elementos e pormenores apontam para algo que ocorrerá ao fim deste milênio; vemos a criação dos répteis e bestas feras apontando para o que foi profetizado em Gn. 3:15-16, na existência primeiramente da descendência e semente da serpente (os filhos das trevas, as águas de baixo e agora répteis) e o fortalecimento final dos reinos estabelecidos por esta descendência, que em Daniel 7 são profeticamente representados pelas quatro bestas-feras específicas e suas sete cabeças, mas que em conformidade com Apocalipse 13:1-2 se unirão formando a besta, o reino daquele que há de vir para o último ataque ao calcanhar ("עָקֵב" - A'kev trocadilho com "יַעֲקֹ֑ב" - Ya'akov/Jacó) da descendência da mulher, e vemos o gado ou dito os animais domésticos como aqueles que não se juntam aos descendentes da serpente mas que também não são parte da descendência da mulher, e que ao fim serão chamada de o resto das nações, que sobrarão vivas para adentrarem ao reino milenar do Messias mas sem a glorificação de seus corpos Zc. 14:16; Vemos a ordem de frutificação e dominação dada ao homem; e como sabemos, o primeiro domínio foi perdido pela queda e entregue a Serpente, figura do Diabo que é chamado de príncipe deste mundo, deus deste século, e que demonstra tal domínio na tentação de Jesus quando ele o mostra todos os reinos da terra e lhe oferece tal domínio em troca da sujeição e adoração do filho de Deus Mt. 4:8-9; Mas tal domínio será restaurado e dado ao homem na vinda do Messias quando ele sair do Santíssimo lugar ao som da última trombeta, quando o reino for estabelecido e os galardões forem distribuídos, ou seja, o governo, administração, e funções de autoridade forem dadas a cada um conforme suas obras, primeiro aos grandes no reino dos céus (Mt. 5:19), cuja as obras como ouro, prata e pedras preciosas resistirem ao fogo (1ª Cor. 3:11-15 e 2ª Cor. 5:10) e depois o que sobrar aos pequenos com obras de palha, madeira ou feno; E neste encontro com o Messias nos ares é que veremos a verdadeira expressão de "façamos o homem a nossa imagem e semelhança", onde cada um em união com o Messias, como sendo um único corpo, se apresentarão como a esposa, pura e imaculada, agora sim na imagem e semelhança de seu Criador, com o corpo glorificado e mente do Messias, podendo ver a face daquele que ninguém podia ver, senão pela figura do Filho; E é neste sentido de restauração de todas as coisas ao fim do sexto milênio, que D-us pode dizer, diferente dos outros dias, que agora sim, é muito bom. Como é na sexta festa que temos a figura do Sumo Sacerdote saindo do Santíssimo Lugar com os pecados do povo devidamente expiados, e com os nomes inscritos no livro da vida, temos aqui a configuração da vinda de Yeshua que saíra da destra do Pai no Santuário Celeste (Hb. 9:24-28), de onde ele tem ministrado à nosso favor como advogado, expiando dia a pós dia a cada falha e tropeços de seus servos (1ª Jo 1:1-2). E como Jesus adentrou lá ao ascender aos céus e de lá não saiu desde então, a sua saída será para a sua vinda para trazer a testificação da expiação que é a inscrição no livro da vida, e se alguém está lá inscrito convêm que viva e viva abundantemente, ou seja, viva para sempre e portanto a testificação de que o plano redentor foi consumado é que os mortos tenham que ressuscitar e juntamente com os vivos serem cobertos de imortalidade, incorruptibilidade que nada mais é que o corpo glorificado (1ª Co. 15:51-58), e tudo isso ocorrerá ao som da última trombeta, e na lei e os profetas a última trombeta de um ciclo de 50 anos (Jubileu - Yovel) se dava ao 10° dia do sétimo mês, juntamente com o dia da expiação (Lv. 25:8-10), e tal dia também é conhecido como ano aceitável do Senhor ou ano dos redimidos pois era neste ano que todas as dívidas dos filhos de Israel eram perdoadas e todas as posses retornavam a seus primeiros donos, ou seja, a terra era devolvida a tribo, clã e família conforme foi dividida por Josué na conquista da terra prometida (Js. 18:10), tudo em figura da remissão da Criação com a vinda do Messias e o estabelecimento de seu reino. O sexto dia que está ligado ao sexto milênio, está ligado a Sexta festa, Yom Kippur, dia da expiação; e se tal festa for no último ciclo de 50 anos, haverá o toque da última trombeta para anunciar o ano aceitável do Senhor, o chamado ano de remissão - Yovel - Jubileu.


SÉTIMO DIA - sétimo milênio, o milênio do reinado do Messias; ligado a festa de Sucot ou tabernáculos, que aponta também para este período que, após a expiação em Yom Kippur, o povo se preparava para habitar em cabanas, para demonstrar que lembravam de como o Senhor os sustentou e habitou com eles nos 40 anos de deserto na saída do Egito, se alegram como num casamento, onde o habitar nas tendas pode demonstrar na união matrimonial (Gn. 24:67), na figura do encontro da Noiva com o Noivo e a sua união em uma só carne dentro da tenda.(2ª Cor. 11:2). Por ser a última festa, onde os produtos da terra já haviam sido colhidos e agora seriam estocados para sustento no inverno, assim também nós adentraremos ao milênio despreocupados com o sustento pois ele já estará garantido no Senhor que primeiramente nos dará corpos incorruptíveis como o maná guardado para memorial no pote de ouro dentro da arca do testemunho (Ex. 16:32, Hb. 9:4 e Ap. 2:17), depois por nos fazer governantes e sacerdotes com o Messias onde receberemos as dádivas das nações, as panelas de Jerusalém serão todas santificadas para as ofertas e como sacerdotes tem parte das ofertas assim teremos também sustento (Zc. 14:16-21).

"TRÊS COISAS QUE UM DISCÍPULO PRECISA ENTENDER"


"TRÊS COISAS QUE UM DISCÍPULO PRECISA ENTENDER"


Texto Chave: João 15:20 "Recordai-vos das palavras que Eu vos disse: ‘nenhum escravo é maior do que o seu senhor’. Se me perseguiram, também vos perseguirão. Se obedeceram à minha Palavra, igualmente obedecerão à vossa orientação."


Temos neste texto, um provérbio proferido por Jesus - o Cristo.


A APRESENTAÇÃO DESSE PROVÉRBIO É ENCONTRADA DE TRÊS MANEIRAS EQUIVALENTES: 

(a) "O discípulo não está acima do seu mestre", 

(b) "O servo não é maior do que seu senhor"; 

(c) "… nem o enviado maior do que aquele que o enviou ". 


As metáforas mudam, mas a mensagem dos provérbios é sempre a mesma!


Tal provérbio comunica TRÊS LEIS PARA O DISCÍPULO: 

1. A LEI DA LIMITAÇÃO; 

2. A LEI DA IMITAÇÃO;

3. A LEI DA PARTICIPAÇÃO.


A LEI DA LIMITAÇÃO: O MESTRE É O LIMITE!


“O discípulo não está acima do mestre: todo aquele, porém, que for bem instruído será como seu mestre” (Lucas 6.40).


“O discípulo não está acima do mestre.” 

O Mestre é o limite do desenvolvimento do discípulo!


A LEI DA IMITAÇÃO: O MESTRE É O EXEMPLO!


“Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que o seu senhor, nem o enviado maior cio que aquele que o enviou. Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes” (João 13.15-17).


Os discípulos precisam imitar o Mestre.

O objetivo do discípulo é ser como seu mestre (Mateus 10.24-25 / Lucas 6.40). 

De modo que: Devemos estar dispostos para realizar qualquer tarefa que o Mestre faria!


A LEI DA PARTICIPAÇÃO: O MESTRE É A CONSEQÜÊNCIA!


“Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: não é o servo maior do que seu senhor: Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa” (João 15.20).


O discípulo participa da vida e obra do mestre. 

Na verdade, o discípulo é o continuador da obra do mestre, de modo que ele também recebe a mesma resposta que o mestre recebeu: ódio e perseguição dos que odiaram e perseguiram o mestre; e fraternidade e aceitação daqueles que também vão tornar-se discípulos do mestre através deles.

O discípulo de Cristo participa daquelas mesmas coisas que Cristo participou: Coisas boas e coisas desagradáveis. 

A consequência de ser discípulo, é ser tratado como trataram nosso Mestre.

A maior glória do discípulo é ser identificado com o seu mestre. 

Vamos ser tratados como trataram nosso mestre; este é o nosso papel, pois o discípulo não está acima do mestre!