"JUSTIFICAÇÃO, ACEITAÇÃO, E SALVAÇÃO - 2º PAULO E 2º TIAGO"
Paulo E Tiago combateram dois graves extremos: a justificação por meio das obras sem a fé e a justificação por meio da fé sem as obras.
Se, por um lado, Paulo nos dá argumentos para combatermos o legalismo, por outro lado, Tiago nos dá argumentos para combatermos a libertinagem.
E Paulo emprega o termo grego “nomos”, traduzido todas as vezes como lei, não apenas para se referir a Torah de Deus em si, mas também a lei do pecado que se trata do oposto do que a Torah de Deus ensina a fazer e a não fazer, bem como a uma espécie de perversão da Torah que é o transformar esta em um legalismo morto!
Por meio de ambos, Paulo e Tiago, nós aprendemos sobre a justificação de Abraão em dois estados, primeiro na incircuncisão e segundo na circuncisão.
A justificação na incircuncisão aponta para a justificação dos gentios.
A justificação na circuncisão aponta para a justificação dos judeus (Israel).
Obter justificação por meio de legalismo, das obras a parte da fé, é um erro, e este foi por Paulo combatido.
Obter justificação por meio de uma fé subjetiva de meras palavras, é outro erro, e este foi por Tiago combatido.
Abraão foi justificação pela fé manifesta por meio da obediência que resulta em obra da fé, e isso tanto na incircuncisão quanto na circuncisão.
Na incircuncisão foi justificado quando confiou e obedeceu desistindo de constituir o mordomo como seu herdeiro: LEIA: Romanos 4:1-3 e Gênesis 15:2,5,6
Na circuncisão foi quando confiou e obedeceu levando Isaque para o sacrificar para Deus: LEIA: Tiago 2:21-23 e Gênesis 22:1-17
CONCLUSÃO:
Em ambos os casos de Abraão, a justificação não foi por meio uma fé abstrata ou subjetiva.
Justificação de judeus e gentios é pela fé sem legalismo, mas não sem obediência aos mandamentos de Deus em sua base que é o amor prático para com Deus e para com o próximo sem acepção de pessoas tratando a todos da mesma forma independente de classe social, posição, poder aquisitivo!

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