domingo, 2 de agosto de 2020

“ALGUNS PARALELOS ENTRE APOCALIPSE 21 E 22 COM GÊNESIS 1, 2 E 3”


“ALGUNS PARALELOS ENTRE APOCALIPSE 21 E 22 COM GÊNESIS 1, 2 E 3”

 

1.    Céus (hb. Shamayim; gr. Ouranos [com base na versão grega septuaginta]), terra, mar [possivelmente o primordial no qual a terra (segundo a cosmovisão Bíblica, plana) está imerso]. Gn 1:1,2 KJA A terra, entretanto, era sem forma e vazia. A escuridão cobria o mar que envolvia toda a terra, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.” \ 2 Pe 3:5 JFAA Pois eles de propósito ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste;”

 

Novo céu (gr. ouranos), nova terra, ausência do mar [possivelmente o primordial em si]. Ap 21:1

 

2.    O jardim plantado na terra. Gn 2:8

 

A nova Jerusalém plantada na nova terra. Ap 21:2

 

3.    A voz no Jardim. Gn 3:8

 

A presença de Deus na nova Jerusalém. Ap 21:3

 

4.    A necessidade de luminárias. Gn 1:14-18

 

A não necessidade de luminárias. Ap 21:23

 

5.    Não permaneceu o que contaminava. Gn 3:23,24

 

Não entrará o que contamina. Ap 21:27

 

6.    A árvore da vida, árvore do conhecimento do bem e do mal, e introdução da maldição. Gn 2:9; Gn 3:14-19

 

A árvore da vida, ausência de árvore do conhecimento do bem e do mal, e ausência de maldição. Ap 22:1-3a

 

7.    A ausência do Trono no Jardim do Eden. Gn 2:9,10

 

A presença do Trono na nova Jerusalém. Ap 22:3b-5

 

8.    A presença do Diabo Tentador no Jardim. Gn 3:1

 

A ausência do Diabo Tentador na nova Jerusalém. Ap 21:27

 

9.    A presença de um céu sólido (hb. raqiya’ sig: superfície estendida [sólida]; gr. stereoma; uma espécie de redoma sólida, firme, que nos resguarda das águas do mar primordial no qual a terra foi criada e existe, e no qual atualmente a terra está imersa e presa por colunas) separando assim os homens, do céu da Divindade. Gn 1:6,7

 

A ausência desse céu sólido (hb. Raqiya’; grego stereoma; sig: firmeza, solidez, algo firme e sólido) pela altura do muro da nova Jerusalém, que é por volta de 2.200 km, ou, 2.200.000 metros de altura, isto é, 2 milhões e 200 mil metros de altura, que em seu tamanho simboliza um ligar entre a terra nova e o céu (hb. Shamayim; gr. Ouranos). Ap 21:16,17

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