A) DEZ PONTOS PELAGIANOS
1. O pecado de Adão afetou em todos os sentidos e aspectos tão somente a ele e não aos seus descendentes.
2. O ser humano desejando pode viver sem pecado sem o auxílio da graça de Deus.
3. A natureza humana é capaz de cumprir a vontade divina de fazer sua própria escolha.
4. A totalidade dos filhos de Adão não morre na queda e morte de Adão.
5. As crianças nascem com uma natureza humana perfeita.
6. Não existe pecado original.
7. A vontade humana mesmo pós queda não tem tendência intrínseca de praticar o mal.
8. Não há vínculo orgânico entre Adão e seus descendentes.
9. Não há transmissão hereditária.
10. Graça é o livre arbítrio.
B) 10 PONTOS ARMINIANOS
1. O pecado de Adão afetou em todos os sentidos e aspectos não só Adão como os seus descendentes.
2. O ser humano sem o auxílio da graça de Deus não consegue viver sem praticar pecados.
3. A natureza humana é incapaz de cumprir a vontade divina de fazer sua própria escolha.
4. A totalidade dos filhos de Adão morre na queda e morte de Adão.
5. As crianças não nascem com uma natureza humana perfeita.
6. Existe pecado original.
7. A vontade humana pós queda tem tendência intrínseca de praticar o mal.
8. Há vínculo orgânico entre Adão e seus descendentes.
9. Há transmissão hereditária.
10. Graça é o Espírito Santo.
C) 5 PONTOS SEMIPELAGIANOS
1. Há no homem pós queda força volitiva remanescente, para colocar em movimento o início da salvação.
2. O início da fé (o 1º passo de fé) não depende da graça, mas parte do homem.
3. O livre arbítrio foi conservado intacto mesmo após a queda de Adão.
4. A vontade humana pós queda de Adão está livre.
5. O ir a Deus é algo possível independente da graça divina.
D) MINHA PERSPECTIVA SOBRE A NATUREZA HUMANA ATUAL
Após a queda de Adão, sua descendência vem ao mundo não com uma natureza humana pecaminosa, mas sim com herdada uma natureza humana decaída fortemente propensa a se inclinar e pender para o pecado e sujeita a morte, que é o que natural e habitualmente o ser humano o faz e que acontece com todos os filhos de Adão; seus descendentes nascem sem o livre arbítrio, mas tendo o arbítrio (que em si seria o poder de escolha), havendo total e indispensável necessidade da graça de Deus para que faça-se algum bom uso do arbítrio, tendo a vontade de fazer o bem e sendo capacitado para o executar; o ser humano precisa desta graça até para que haja possibilidade de exercer fé salvífica; sem tal graça, por meio do arbítrio, o ser humano só se inclina para o mal, fazendo assim coisas que não agradam a Deus; de modo que, toda boa ação praticada em momentos isolados pelos ser humano, é mediante a graça de Deus (disponível para todos os seres humanos) que leva o mesmo a executar tais práticas e por fim a ativar uma fé salvífica.
De Modo Que:
Essa definição da natureza humana, ao meu ver, não se enquadra nem no arminianismo, nem no pelagianismo, e nem no semipelagianismo; e, ao meu ver, esta seria uma definição negativa da natureza humana, mas não tão pessimista quanto a de Armínio, e muito menos positiva como a do Pelagianismo e Semipelagianismo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário