"COMENTANDO ROMANOS 7"
1) Paulo vai falar sobre lei do casamento. Romanos 7:1
2) Paulo usa o exemplo do casamento como didática para tratar de um assunto espiritual. Romanos 7:2,3
3) Paulo fala de dois relacionamentos carnais: marital e o adúltero. Romanos 7:2,3
4) Paulo fala da validade da lei do casamento humanamente falando. Romanos 7:2
5) Paulo deixa claro que relacionar-se com outra pessoa, estando já casado com alguém, é adultério, o mesmo é aplicável ao espiritual. Romanos 7:3
6) Paulo quer falar de dois relacionamentos espirituais: o com o pecado, e, o com Deus por meio de Cristo. Romanos 7:4,5
7) Paulo tem em mente uma lei específica, a saber, a do casamento. Romanos 7:6,2,3
8) Ele tem em mente duas leis: a lei do pecado (que liga a pessoa ao pecado e significa a pessoa fazer aquilo que agrada ao cônjuge chamado pecado se sujeitando ao mesmo e obedecendo ao mesmo), e, a lei de Deus (que liga a pessoa a Deus e significa a pessoa fazer aquilo que agrada ao cônjuge chamado Deus por meio de Cristo se sujeitando ao mesmo e obedecendo ao mesmo). Romanos 7:6
9) Paulo ensina que o ser humano pecador está casado com o pecado. Romanos 7:3
10) Paulo ensina que enquanto casado com o pecado, a pessoa não pode se unir em matrimônio com Deus por meio de Cristo; mas uma vez morto para o pecado a pessoa poderá se unir a outro. Romanos 7:4
11) A lei de Deus, por causa da natureza humana decaída, suscitou esse relacionamento marital com o pecado no qual a pessoa se sujeita ao pecado e o agrada satisfazendo-o através do fazer justamente o contrário do que a lei de Deus diz para fazer e não fazer. Romanos 7:7
12) Deus poderia simplesmente, de todo, apedrejar (eliminar da face da terra) pelo adultério; mas ao invés disso, ele em parte se separa mas o princípio espiritual da penalidade para o adultério, de que o adúltero está morto, é aplicável neste caso, de modo que Deus é viúvo de esposa viva. Levítico 20:10, Deuteronômio 22:22-24
13) Uma vez que a pessoa separada do primeiro marido se une a outro marido e se separa, ela não pode ser novamente do primeiro marido; então como Israel seria novamente de Deus? Através do novo nascimento que entra em cena na nova aliança. Deuteronômio 24:2-4
14) Paulo ensina que a lei que rege o relacionamento do pecador com o pecado, é a lei do pecado, que leva a pessoa a fazer aquilo que agrada seu cônjuge espiritual que neste caso é o pecado; é para esta lei do pecado, a lei do marido que diz respeito ao nosso dever para com o pecado na condição de cônjuge espiritual, que morremos. Romanos 7:6
15) Somente morrendo, como o marido citado no início do capítulo, mas agora digo no sentido espiritual, é que o ser humano, a exemplo da mulher no início do capítulo que ficou viúva, fica desobrigado da lei do casamento, podendo agora ser de outro marido. Romanos 7:4
16) Paulo ensina também que a lei que rege o relacionamento do pecador com Deus através de Cristo, é a lei de Deus que leva a pessoa a fazer aquilo que agrada seu cônjuge espiritual que neste caso é Deus por meio de Cristo, e a lei de Deus é algo bom e útil para os que querem se relacionar de forma saudável com Deus por meio de Cristo como um povo salvo e justificado pela graça por meio da fé. Romanos 7:12-14,16
17) A lei do pecado é a violação da lei de Deus; e o pecado é a violação da lei de Deus. Romanos 7:7 / 1 João 3:4
18) Diante da realidade da nossa natureza humana o que Deus requer de nós é a sinceridade de reconhecer nossos deslizes e tropeços enquanto buscamos incessantemente em nosso interior fazer aquilo que agrada ao atual marido com o que por meio de Cristo nos unimos através do morrer com Cristo e nascer de novo como uma nova criatura. Romanos 7:15,17-21
19) O problema nunca esteve na lei de Deus que deve ser obedecida corretamente (sem transformá-la em um legalismo morto, já que ela foi dada para uma melhor qualidade de vida aqui na terra em nosso relacionamento seja com Deus ou com o próximo, e não para a salvação em si, de modo que ela deve ser obedecida não para obter justificação por mérito próprio, e sim obedecer por já ter sido justificado, salvo, aceito por Deus graciosamente por meio da fé/confiança nEle e no seu plano de salvação); o problema sempre esteve sim no ser humano, em sua natureza humana decaída que tende fortemente ao pecado. Romanos 7:22-25
20) Vivenciamos esse dilema até o presente momento, mesmo tendo o Espírito operante em nós internamente, e continuaremos vivenciando até o dia da redenção (ou libertação) deste corpo. Romanos 8:23
21) O manual que rege o relacionamento do povo de Deus, com Deus, na nova aliança ainda é a lei de Deus que passa para o lado de dentro mediante a ação internalizadora, reparadora, transformadora, e capacitadora, do Espírito Santo de Deus, e que deve ser obedecida da foram correta e com a intenção ou motivação interna correta, saudável, aos olhos de Deus. Jeremias 31:31-33
CONCLUSÃO:
Não existe Igreja sem Israel, e, não existe Graça sem lei/Torah/instrução divina; como o dispensacionalismo clássico de Darby por exemplo insiste em propagar!


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